sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

MARE NOSTRUM TRACTATUS NOSTRUM


Segundo fontes fiéis ao espírito muitíssimo natalício do Crescei e Multiplicai-vos, José Sócrates, numa festarola conhecida como "Tratado de Lisboa", deu vários traques, bebeu umas algumas jolas com Durão Barroso e no final chegou mesmo a fazer um concurso de arrotos, sagrando-se vencedor europeu da modalidade e gritando de forma desabrida – “Porreiro, pá!”

No final da cerimónia que teve lugar no Mosteiro dos Jerónimos ouviu-se a declamação da epopeia "festina lente", acompanhada por música épica tocada pela Orquestra Nacional de Xabregas.

Nada que cause grande espanto, Sócrates – o D. Afonso VI dos nossos dias em versão não arruaceira – levou os poderosos 25 países da Europa a ratificar o Tratado de independência que fora assinado com Espanha em 1668. Como divisa do livro de assinaturas pode ler-se em letras douradas a frase latina "Furiosum nullum negotium contrahere potest" que significa: "O louco não pode contrair negócio algum."

As semelhanças com o referido monarca português de Setecentos são várias, sendo de destacar o hábito de se fazer acompanhar publicamente por gente do piorio, como Kadafi ou Mugabe.

Prevê-se que lá para 2014, quando a independência de Portugal estiver tão reforçada quanto o foi no século XVII, José Sócrates troque de papéis com Barroso. Segundo as mesmas fontes, o futuro Presidente do Conselho Europeu terá ai oportunidade para apertar os ossos a novos gatunos e facínoras mundiais, fazer uma competição da escarretas e de flatulências e acabar com um característico “Porreiro, pá!”

3 comentários:

Balhacautu disse...

Ninguém cu menta?

timbuctu botucatu disse...

a menta não vem da Índia, logo não tem nada que ver com o vasco da Gama.

pá porreiro disse...

a menta arde. prefiro vaselina